2º mês do bebê – As cólicas do recém-nascido

2º mês do bebê – As cólicas do recém-nascido

17 Junho 2015 - 09:30

As cólicas costumam durar até o terceiro mês, tornando-se um incômodo tanto para os bebês como para os pais

Cólicas em bebês [crédito:TheGiantVermin / photo on flickr]

Rosto vermelhinho, choro agudo e corpinho contraído: esses são os sintomas infalíveis da cólica. Algumas crises podem durar horas e noites inteiras. Há várias explicações para as cólicas dos recém-nascidos e a principal delas culpa o sistema gastrointestinal dos bebês. Como ele ainda não está totalmente formado, realiza movimentos descoordenados, causando dores e dificuldade para evacuar. Há tambémquem culpe a alimentação da mãe, no entanto, não há nenhuma comprovação científica sobre essa ligação. Engolir ar durante a mamada também pode acentuar o quadro, por isso, fique de olho na pega hora de amamentá-lo. Em alguns casos, o pediatra pode receitar medicações para aliviar os sintomas. Em casa, você mesma pode amenizar as crises, facilitando a evacuação do bebê. Quando perceber que ele começou a ficar incomodado com algo após as mamadas, empurre os joelhos delicadamente contra a barriguinha. Isso ajuda no fluxo intestinal. Outra dica é manter a barriguinha aquecida, com bolsas de água quente ou até mesmo com as mãos, segurando o bebê de barriga para baixo. A chupeta também pode ser aliada neste momento, pois o movimento de sucção estimula o trabalho do sistema gastrointestinal e alivia as dores. Mas, claro, cada bebê é único e cada coisa funciona com um deles. Após os três meses, as cólicas tendem a diminuir por que o sistema digestivo amadurece.

Ao completar 2 meses, o bebê deve tomar o segundo conjunto de vacinas: pentavalente brasileira (DTP + Hib + hepatite B), pólio inativada, rotavírus monovalente, pneumocócica conjugada 10-valente. A maioria pode ser encontrada em postos públicos de vacinação.

Mamães, as primeiras semanas podem ser bem complicadas, mas tente sempre manter a calma. O estresse é prejudicial à sua relação com o bebê e até diminui a produção de leite. Conte com a ajuda do parceiro e dos familiares para ajudá-la nas tarefas, como troca de fraldas, esterilização de mamadeiras e outras demandas que são novas em sua rotina. De resto, é só curtir o novo morador da casa. Nossa melhor dica para sua vida daqui pra frente: siga sempre sua intuição; coração de mãe nunca se engana.

Super-pai em ação

Pais têm super poderes em relação às cólicas dos bebês. Isso por que, como têm a mão maior, conseguem envolver e esquentar toda a região da barriga. E claro, massagens, colo e carinho ajudam ainda mais nas crises de choro. O sofrimento com as noites mal dormidas são normais e não há ao certo uma previsão para quando elas vão acabar (essa é a pura verdade, amigo). Por isso, a qualquer oportunidade de encostar e tirar uma soneca, o faça. Aos 40 dias após o parto, no final da quarentena, o médico libera para as relações sexuais. E aí, pronto para voltar à ativa? Que tal tornar esse momento especial para vocês dois? A parceira agora tem uma nova forma física e ela pode estar incomodada com isso também. Então, sem pressão nesse momento, ok?