1 ano e 3 meses – Pesadelos ou terror noturno

1 ano e 3 meses – Pesadelos ou terror noturno

17 Junho 2015 - 09:38

Os estímulos durante o dia podem virar pesadelos. Esteja pronta para acalmar a criança, que ainda não difere ilusão de realidade

Pesadelos ou terror noturno [Crédito: disgustipado / photo on flickr]

Nessa fase, a criança já começa a perceber sua individualidade e ter vontades próprias. O temperamento está se definindo e fica mais fácil prever situações, saber como lidar com mau humor ou momentos de extrema felicidade. O cansaço pode fazê-lo ficar bem nervoso e aumentar as birras. Por isso, invista na soneca da tarde para garantir o bom humor do seu filho, mas tome cuidado para não ser muito longa e atrapalhar o sono da noite! Por conta dos estímulos diários, pode ser que comecem os pesadelos. Como seu filho ainda não irá distinguir o sonho do mundo real, é importante explicar o que aconteceu e tentar acalmá-lo na hora de um sonho ruim. Ler um livro ou contar uma história pode ajudar. O terror noturno é bem comum a partir desta fase e é facilmente confundido com os pesadelos. Trata-se de um distúrbio do sono no qual a criança acorda no meio da noite, grita, chora e pode até se levantar da cama. Isso dura segundos ou minutos e da mesma maneira que ela acordou, volta a dormir. No dia seguinte, não se lembra de nada, como se fosse um sonambulismo. Se esses episódios forem constantes, é bom conversar com o pediatra.

Esta fase é chamada por muitos especialistas como um dos “marcos do desenvolvimento”. Seu filho irá querer mexer em tudo, se comportar como adulto, apertar todos os botões que ver pela frente. Brinquedos que parecem coisas de “gente grande” fazem muito sucesso nessa fase! Chaves de plástico, celular de brinquedo, bolsas... Tudo pode ser divertido.

É importante se atentar à carteirinha de vacinação! Com 1 ano e 3 meses, seu filho irá receber o reforço da tríplice acelular e a preventiva da poliomelite. É importante ficar também atenta às vacinas da época, como a de gripe, e verificar se não tem nenhuma dose atrasada na carteirinha. Apesar de não possuir idade obrigatória, nessa fase é importante que a criança já tenha tomado a vacina contra hepatite A, sarampo, caxumba, rubéola e varicela.

A herança genética do pai é mais forte que a da mãe

A carga genética do bebê é formada por genes hereditários da mãe e do pai. No entanto, tudo que vem dos genes do pai, é expressado com mais potência na criança, sabia? Foi isso que constatou uma pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (UNC), nos Estados Unidos. Por isso, para a ciência, os filhos de mamíferos tendem a serem mais parecidos com o pai do que com a mãe. Isso é bom? Nem tanto. Por exemplo, se uma criança herda diabetes do pai, ela será mais complexa se a diabetes for herdada da mãe. No entanto, acabou aquele papo de que 'nossa, seu filho é a cara da mãe'. Na real, ele é muito mais parecido com você do que com ela, pelo menos geneticamente falando.