1 ano e 4 meses – A fase das viroses e doenças

1 ano e 4 meses – A fase das viroses e doenças

17 Junho 2015 - 09:39

O contato com os amigos na escolinha pode trazer um novo problema para sua rotina: as viroses. E mesmo que você tente, não há como evitá-las

Até os 2 anos, a criança ainda não tem o sistema imunológico fortalecido. Então, se o seu filho já está na escolinha, muito provavelmente já voltou para casa com alguma doença, virose (ou várias delas). Nessa fase não há muito o que se fazer. Para ajudar a prevenir, é bom escolher uma escola que tenha um ambiente externo e não deixe as crianças “presas” na sala de aula o tempo todo. Quanto maior a circulação de ar e menos aglomeradas elas ficarem, melhor. Algumas escolinhas dispõem de uma maior higienização dos objetos. Nessa fase, as crianças gostam de colocar tudo na boca e de pegar o brinquedo do coleguinha. Não tem como evitar que seu filho compartilhe o brinquedo com outra criança. É importante os pais não mandarem as crianças doentes para a escola, para garantir que seus colegas também não contraiam a doença, e isso, geralmente é uma medida da própria escola. Mesmo que seu filho não tenha sintomas mais fortes, como febre, evite que ele passe a doença para os amiguinhos!

É preciso ter toda a atenção do mundo com a criança dentro de casa. Se ela já sabe andar sem apoios, irá procurar novos desafios. Pode querer arrastar objetos e até subir nos móveis e alcançar aquelas coisas que você guardou lá em cima e que poderiam ser perigosas para ela. Todo cuidado é pouco! A coordenação dela estará mais afinada; já conseguirá virar páginas de livros e revistas, mudar telas no tablet e segurar um giz de cera. Então, fique atenta para não ter locais da casa rabiscados sem a sua orientação. Com 1 ano e 4 meses, seu filho já entenderá como chamar a sua atenção e começará a diferenciar o certo do errado. As birras poderão aparecer, e você deve perceber qual o melhor jeito para atravessar esse momento: sentar e conversar, ignorar, oferecer um abraço ou deixar ele soltar a sua raiva sozinho em um canto. Cada criança reage de um jeito e você precisará usar seu tato para saber como será com a sua, sempre explicando que ele deve tratar os outros com carinho. Seu vocabulário ainda será limitado, com pouquíssimas palavras e sílabas, mas ela saberá se fazer entender. 

Pais tiram as melhores fotos dos bebês

Quem é mãe já está acostumada a ficar com a memória do celular cheia por conta das fotos. Às vezes são 20 cliques praticamente iguais, mas todos especiais. Já os pais têm outros ângulos para registrar as memórias do bebê. Enquanto as mães adoram aquela foto com a roupinha toda arrumadinha, pais costumam captar cliques mais espontâneos. Então encarregue-se também de completar o álbum do bebê. Quer dicas de cliques que valem à pena? Foque nos detalhes, como pezinhos, dobrinhas entre as juntas, mãos... Clique o bebê nu andando por aí (bebês adoram ficar nus), explore a luz natural e aproveite as primeiras experiências: o primeiro sorvete, por exemplo, costuma dar cliques legais!